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inverbos
Uma voz dentro de mim soluça: ”Veja só, foi isso que você virou. Está rodeada por opiniões negativas, olhares desanimados e rostos zombeteiros, pessoas que não gostam de você, e tudo porque não escuta o conselho de sua metade melhor.” Acredite, eu gostaria de escutar, mas não dá certo, porque se eu ficar quieta e séria, todo mundo acha que estou representando outro papel e tenho de me salvar com uma piada, e nem estou falando de minha própria família, que presume que devo estar doente, me enche de aspirina e sedativos, sente meu pescoço e minha testa para ver se estou com febre, pergunta sobre os movimentos intestinais e me critica por estar mal-humorada, até que eu não aguento mais, porque quando todo mundo começa a me chatear, fico irritada, e depois triste, a parte má do lado de fora e a boa do lado de dentro, e tento achar um modo de me transformar no que gostaria de ser e no que poderia ser se… se não houvesse mais ninguém no mundo.
O Diário de Anne Frank.  (via inverbos)
apagou
O grande problema dessa geração é querer as coisas sem lutar para conquistá-las. Se esquecem de amar a Deus sobre todas as coisas, se esquecem de amar ao próximo como a si mesmo. Se esquecem de que a vida é muito mais do que um relacionamento não correspondido, do que uma condição financeira baixa ou alta, de que as dores uma hora já nem vai doer tanto quanto antes, se esquecem que tudo que aconteça é uma forma de aprendizado. O grande problema é dessa geração é o comodismo. Simplesmente esperar no tempo virou resposta pra tudo. Pô, quer ver diferença? Seja a diferença. Comece com pequenos gestos e atos, comece por você mesmo. Não espere atitudes de quem não tem. Há tantos motivos para ficar sentado esperando. Mas há também grande motivos para mudar e buscar o diferente, o novo, o ideal. Corra, lute, sofra, chore, sorria, cante, dance, busque aquilo que te deixa bem. Busque tudo que te deixa bem, só se não torne mais uma pessoa cômoda.
Ítalo Guedez. (via apagou)